frente · software

Software

Aplicações web, SaaS e integrações escritos por quem também opera a infraestrutura onde eles rodam.

Software de infraestrutura crítica tem um requisito que não aparece no escopo: continuar funcionando quando algo ao redor falha. A API do banco sai do ar, o webhook chega duas vezes, o disco enche às 3h da manhã. A frente de software da Castelapi escreve sistemas que tratam esses casos como rotina, porque quem escreve também opera infraestrutura e sabe que eles acontecem toda semana.

O problema

A maior parte do software corporativo é escrita para o caminho feliz: dados corretos, rede estável, sistemas vizinhos respondendo. Em produção, o caminho feliz é só o caso mais frequente. O defeito típico que encontramos raramente quebra com estrondo. Ele falha em silêncio: a integração que perdeu 30 pedidos num timeout e ninguém percebeu, o código de erro escrito e nunca exercitado, o retry que duplica cobrança.

Para ISPs e órgãos públicos há uma camada extra: o software conversa com a rede. Provisionar um assinante, suspender por inadimplência e cruzar log de CGNAT com um ofício judicial são fluxos em que o erro tem consequência legal ou financeira imediata.

O que fazemos

  • Aplicações web e SaaS. Sistemas completos, do banco de dados à interface, incluindo multi-tenant (uma instalação servindo vários clientes com dados isolados) quando o modelo de negócio pede. Hospedados em infraestrutura que nós mesmos dimensionamos e operamos, ou na sua.
  • Integrações e APIs. Conexão entre sistemas que não foram feitos para conversar: ERP com gateway de pagamento, CRM com WhatsApp, sistema legado com API moderna. Com idempotência (a mesma mensagem processada duas vezes produz o mesmo efeito uma vez), fila de reprocesso e alerta quando algo se perde.
  • Automação de operação. Provisionamento de assinantes, suspensão e religamento, coleta de métricas, geração de relatórios regulatórios. O que hoje é planilha e acesso manual ao roteador vira rotina auditável.
  • Sustentação de legado. Sistema antigo que ninguém quer tocar, mas que a operação não dispensa. Estabilizamos, documentamos e, quando fizer sentido econômico, migramos por partes, com o sistema velho e o novo rodando em paralelo até a virada.

Como trabalhamos

Escopo fechado por escrito antes da primeira linha, com os casos de falha listados junto com as funcionalidades. Entregas quinzenais em ambiente que o cliente acessa. Todo caminho de erro é exercitado em teste antes de ir para produção, porque código de exceção que nunca rodou tende a falhar na primeira exceção real. O código é entregue com repositório, documentação de operação e instrução de deploy; dependência de fornecedor se mede pela facilidade de sair, e a gente escreve pensando nisso.

Sinais de que sua empresa precisa disso

  • Existe uma planilha que três pessoas atualizam à mão e da qual a operação inteira depende.
  • Uma integração já perdeu dados e ninguém soube dizer quantos, nem quando.
  • O sistema atual funciona, mas só uma pessoa (às vezes externa) sabe mexer nele.
  • Cada cliente novo exige trabalho manual que não cresce junto com a receita.

Se algum desses sinais é seu, escreva para contato@castelapi.com.br com o fluxo que mais dói hoje.